Crítica: A Menina e o Leão

A Menina e o Leão‘ parece um aquecimento para o live action de ‘O Rei Leão’. Pensava isso antes mas tive certeza quando tocou uma das músicas da animação.

No filme acompanhamos a jovem Mia. Anteriormente ela morava em Londres e agora mora numa fazenda de leões na África. Por conta dessa mudança a garota passou por dificuldades de adaptação. Mas isso muda quando nasce Charlie, um leãozinho branco, e os dois se tornam amigos.

Acompanhar o crescimento e o desenvolvimento do laço dos dois é bastante cansativo. Mas tenha em mente que tal demora é importante para apresentar o pequeno. Ainda no núcleo familiar temos a mãe de Mia, seu irmão mais velho e seu pai.

Seus irmão parece ter problemas de ansiedade e com constantes pesadelos. Enquanto o filme se desenvolve, percebemos que isso é resultado de um acontecimento relacionado com o problema atual. O Pai de Mia, e dono da fazenda, aparentemente a tem para a preservação da vida selvagem e entretenimento. Mas, após problemas familiares e a ameaça de vender Charlie, Mia descobre que alguns do animais eram vendidos para caça.

Para salvar Charlie, Mia foge com ele e solta os demais animais. A aventura dos dois até uma área de preservação é breve mas pontual. Apesar de que a dificuldade pareceu menor, já que até em um shopping o leão transitou.

E como já era de se esperar, ambos chegam ao seu objetivo. Em um cena emocionante, com a redenção do pai. Simples e direto ao ponto, o filme mantém a todo momento a mensagem de amor aos animais. No final ainda temos a mensagem para ajuda a uma ONG de proteção aos leões.

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