Crítica: Frozen 2

Frozen 2‘ é a sequencia de um dos maiores sucessos da Disney. Mas, será que supera o original como era a promessa para ser feito?

Frozen 2

Antes de qualquer coisa, o filme deveria entregar uma música tão marcante quanto ‘Let It Go’. Para além disso, muitas das músicas do original foram marcantes, afinal quem ‘ você quer brincar na neve?” Mas aqui o filme é bem inferior ao primeiro, a principal ‘Into The Unknow’ é muito boa porém as demais são muitas vezes, chatas.

Elsa agora reina mas tem questões internas sobre se sentir deslocada. Anna continua feliz e apoiando a irmã. Porém, após seguir uma voz misteriosa, outros espíritos invadem Arendelle. Para solucionar o problema, o grupo parte em uma nova jornada e descobre segredos do passado do reino e principalmente dos poderes de Elsa.

Frozen 2

Elsa descobre ser uma espécie de ‘Avatar’, o do desenho. Por algum motivo os poderes de Gelo dela é a conexão de outros espíritos elementares. E sua principal razão de existir é ser essa ponte entre os espíritos e os humanos, para viverem em harmonia.

Agora a jornada de Anna parece ser a mais chata! Ela constantemente diz que está ali para salvar a irmã. Mas é ela quem tem os poderes e constantemente segue em frente, deixando Anna para trás. Porém, pior que ela é Christopher, que passa o filme inteiro na mesma tentativa frustada de pedir Anna em casamento.

Entretanto temos Ollaf, o melhor dos melhores novamente. E incrivelmente bem utilizado para resumir toda a história passada. E outro elogio é a conveniente desaparecida dele quando sua permanência em tela seria mais prejudicial ao enredo.

Frozen 2‘, como um todo, pode ser considerado melhor que o primeiro filme. Os pontos perdidos só ficam nas questões da originalidade e de uma música épica!

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