Crítica: Dungeon Meshi
“Dungeon Meshi” é o mais novo anime que chega até o Brasil pela Netflix e conquista mais fãs a cada dia que passa.
Os irmãos Touden são famosos por liderarem um grupo de exploradores. Contudo, quando a animação começa, vemos eles em apuros ao enfrentar um Dragão Vermelho e, nesse embate, apenas Laios e alguns amigos escapam após o sacrifício de Falin. Por ser um mundo de magia baseado em um RPG, o grupo concordam em descer novamente o calabouço para recuperar o corpo de Falin e, assim, ressuscitar a jovem. Mas, como o tempo é escasso, a solução é ir se alimentando dos monstros até chegar ao objetivo.
Apesar do bom humor e a história coerente, ao menos nessa primeira temporada, a produção não traz nada de novo que faça ser lembrada dentre as animações do gênero. A maior diferença é que, mesclado aos desafios, temos Senshi que cozinha os monstros de uma forma que ensina a fazer as receitas. Fazendo do anime, quase um anime de culinária.
Se temos momentos onde um gênero se destaca, a sensação é que aqui temos outra que tenta surfar a popularidade do RPG. Desde filmes como “Dungeons & Dragons“, até outras animações como “Voz Machina“, é uma época propença ao estilo. Porém, infelizmente, elementos de RGP são tão presentes em outras obras que, o frescor da novidade, já começa a mostrar a famosa “saturação”.
“Dungeon Meshi” apresenta uma estrutura atrativa e válida, mas que se prende a um nicho específico. Se a escolha é boa ou ruim, só o tempo dirá. Contudo, em sua simplicidade, é uma trama que te prende o suficiente e, para os fãs do gênero, uma feliz opção.