Crítica: Round 6 – 3ª Temporada
“Round 6” encerra sua terceira temporada na Netflix com uma percepção mista, mas a certeza de que teremos mais.

Antes de qualquer coisa, vale reforçar a ideia que deixo na crítica da segunda temporada. Afinal, é uma temporada dividida em duas, e não duas isoladas. Sendo assim, não é surpresa o fato de que um resumo seria exatamente igual. Logo, vamos pular essa parte.
Podemos ao menos elogiar os jogos dessa metade da temporada. Apesar de que, sinceramente, o último ser forçado para casar com o nome da série. Mais uma vez temos a morte dos personagens que nos apegamos. Contudo, aqui é meio abrupto. Essa sensação ainda é pior quando vemos que, no final, não tem um único personagem, além do 456, que nós realmente acompanhamos. No muito o empresário escr***, mas ele nós queríamos ver morto desde o início.

A maior novidade é a questão da bebê 222. É a inovação da temporada, que teve uma dose extra de humor em meio o drama. Ainda sim, o final divide opiniões. Enquanto alguns não imaginam um diferente, outros realmente não curtiram. Mas, entre um sacrifício e outro, é claro que ao final teríamos um gostinho da versão americana da série. E isso preocupa. Na primeira temporada tivemos um subtexto incrível, e pouco explícito. Agora, como é regra da plataforma, temos inúmeros diálogos onde os personagens se repetem ou descrevem a cena.
“Round 6” é mais um exemplo de minissérie que foi estendida para fazer mais dinheiro. Pelo menos, considerando a divisão, podemos dizer que ela é bem sucedida. Mas, os spinoffs virão, e vamos ver no que vai dar.





