Crítica: Sword Art Online – Phantom Bullet
“Sword Art Online – Phantom Bullet” é a terceira parte do anime que tenta se renovar, mas isso veio tarde, sendo assim, é uma renovação de público.
Podemos considerar que o perigo de morrer dentro do jogo foi um dos elementos que fizeram de Sword Art Online o sucesso que foi. Afinal, quase todos os episódios erámos lembrados disso, por mais que Kirito e Asuna estejam fora de perigo. E, se Kirito diz na segunda parque que um jogo onde se pode morrer é fácil, quem somos nós para questionar. E, até por isso, o terceiro jogo se renova ao trazer esse perigo enquanto apresenta um tipo diferente de game, os jogos de tiro.
Em uma trama bem mais direta e, com um quase mistério, temos Kirito investigando um jogador que pode manter as pessoas de dentro de um popular jogo de tipo. A justificativa para trazer ele é válida, afinal tem experiência e é o vencedor de SAO. Mas isso também excluí os personagens antigos e isso melhora tanto a narrativa.
Tendo apenas Kirito, eu seu avatar com feições femininas, temos momentos de humor que também são críticas ao público gamer. Negar ajuda a mulheres que jogam, a menos que elas se demonstrem frágeis e fáceis, além claro do assédio. São elementos importantes de serem destacados, afinal o comportamento vai além do público gamer, mas nerd como um todo.
“Sword Art Online – Phantom Bullet” é uma renovação, mas tardia. Um mistério que, em aspectos até intriga. Uma retratação de trauma, além de um debate leve sobre armas de fogo. Mesmo com uma clara melhora, ainda se mostra uma série mais promissora do que é entregue.