Crítica: O Parque do Inferno

O Parque do Inferno‘ é o filme de Halloween que chegou atrasado nesse ano. Um longa que o cenário é um lugar onde se explora o medo, o destaque estão nas decorações. Com sua estreia, novamente ganhamos universitários sendo perseguidos durante uma noite de diversão!

Um grupo de jovens vão a um parque durante a noite de Halloween, local onde um assassino escolhe e faz suas vítimas. Uma história bastante usada e ainda interessante de ser explorada se te prender a tela, só que isso não aconteceu. Para exemplificar, o grupo de amigos é bastante grande para serem mortos um por um, arrastando o tempo do filme. O mais atrativo é o assassino, o que é muito bom por sinal. Todos esses elementos fizeram ‘O Parque do Inferno’ ser mais um dos filmes de terror que não dão medo.

De capuz e máscara, nosso vilão não tem falas durante o filme e isso o deixa com toda essa tensão ameaçadora. Contudo disfarçado como uma das atrações faz com que sempre esteja presente, mesmo se não é “ele”. Como fã do Halloween, o que mais me agradou no filme foram as decorações do lugar, idéias que posso usar na festa do ano que vem! Portanto, ‘Parque do Inferno’ pode agradar o público atraídos por filmes ao estilo ‘Pânico’, só será lembrado para futuras referências.

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