Crítica: Boku no Hero – Vigilantes
“Boku no Hero – Vigilantes” acontece antes dos eventos principais do anime, com participação especial no final e uma perspectiva diferente.

Koichi é um jovem que tem um poder meio “bobo”. Ao colocar os dedos em uma superfície, ele gera uma força que pode impulsionar para frente ou para traz, bom, ao menos no início da trama era só isso. E, sendo assim, o futuro dele ficaria bem longe de ser um herói. Pois, como vemos no anime original a sociedade torna os poderes uma forma de avaliação e para a profissão, habilidades mais “úteis” tem vantagens, até mesmo para entrar na escola. Mas ele ainda quer ser um herói, e se tornar um vigilante acaba sendo o caminho.
A proposta parece até natural. Antes de toda a burocracia para ser um profissional, as pessoas eram vigilantes. E, considerando a trama, vemos que essa estrutura leva a uma sociedade onde o heroísmo é mais uma atividade remunerada do que altruísmo. Trazendo um pouco para nosso mundo real, você já parou para pensar que profissões como Bombeiros e Médicos são, na verdade, atividades remuneradas. Se fosse para ajudar, ou “serem heróis”, não deveriam receber um salário.

Para além disso, o padrão segue. E tudo bem! Foi isso que fez Boku no Hero se destacar e os fãs querem mais, principalmente com a chegada do final e contar uma história que se passa antes é o caminho ideal. Temos uma trama que não afeta diretamente a série principal, participação especiais de coadjuvantes que são retirados de cena muito cedo e a presença dos personagens mais populares antes de serem professores.
“Boku no Hero – Vigilantes” é um ideal de spin off, mantém a essência e consegue ser grande de forma isolada.




