Crítica: Jujutsu Kaizen – 3ª Temporada
“Jujutsu Kaizen” encerra seu terceiro ano após um bom desempenho nos cinemas e entregando uma luta muito aguardada pelos fãs.

Após o incidente de Shibuya, a série toma um caminho corajoso que costuma ser mal vista pelo público. Dividir, quase que por completo os protagonistas, acaba sendo sempre uma forma de produções e animes estenderem seu enredo, criando a famosa “barriga”. Contudo, aqui, mesmo que a intenção seja essa, ela é bem executada. Afinal vemos motivos reais e que, eventualmente, elevam a história para frente. Uma trama política, a busca por respostas e um novo aliado, tudo é uma peça de um quebra cabeças.
O início da Migração a Extinção marca o final da temporada. Ela usa seus episódios finais para apresentar a dinâmica, muitos novos personagens e como será no futuro. Essa decisão pode dividir a opinião. Se por um lado já nos adianta e nos cria a expectativa para a próxima temporada, em meio a um tempo onde a distância entre elas tem ficado maior, há o receio de que lembrar de tudo seja um desafio.

Contudo, agora teremos mais personagens humanos demonstrando suas habilidades. Seja os experientes feiticeiros antigos, ou renegados, aos novos recém despertos que, ao “nerfarem” a principal habilidade, podem demonstrar ideias ainda mais criativas e interessantes. E tudo isso é consolidado pelo espetáculo da batalha dos episódios finais.
“Jujutsu Kaizen” é, para muitos, um dos maiores animes da atualidade. Sinceramente, com base em tudo que já vi antes, não tenho como negar a qualidade, mas também não sinto toda essa expectativa que muitos evidenciam. Sendo assim, só me resta aguardar. Quem sabe, ao analisar toda a obra, até seu final, o todo se mostre mais agradável.




