Crítica: Casamento Sangrento

“Casamento Sangrento” foi um lançamento da Fox em 2019, e recebeu certo reconhecimento por ser uma mistura inteligente de terror, humor ácido e comédia.

Casamento Sangrento

O filme retrata o dia do casamento de Grace com Alex Le Domas. Tudo parece perfeito: a festa é linda, a família de seu marido a recebe bem, até que a noite de núpcias se mostra uma surpresa. Isso porque ao invés de ficar a sós com seu marido, ela é convidada a participar de uma tradição familiar. Essa tradição consiste em jogar um jogo escolhido de forma aleatória, com todos os parentes próximos de seu marido. A família Le Domas é composta pelo pai “boa praça” Tony, sua esposa Becky, seus outros filhos Daniel e Emilie, esta claramente surtada. Temos ainda os cônjuges destes últimos, respectivamente Charity e Fitch Bradley, a tia Helene e as crianças.

O que era para ser uma noite de jogos em família se mostra na verdade um macabro pacto com Satan. A família Le Domas conseguiu sua fortuna no ramo de jogos de tabuleiro, através de um pacato com o diabo, e como retribuição, a cada novo membro da família eles jogam algum jogo.

Casamento Sangrento

É claro que Grace não tem sorte, e pega a única carta que seria de fato ruim, Pique Esconde. Entretanto ela logo percebe que a entediante brincadeira é na verdade uma corrida para matá-la até o amanhecer.

Casamento Sangrento” traz um toque de humor ao clássico filme de terror onde a vítima luta por sua sobrevivência. Tem cenas com um exagero hollywoodiano. Em meio ao sangue expirando para todos os lados, consegue agradar quem se identifica com essa nova geração de terror + comédia, mas pode não ser uma boa opção para quem gosta de sentir o frio na espinha ao assistir um filme de terror.

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