Crítica: Dois Irmãos

Dois Irmãos” é uma animação da Disney e Pixar que chegou aos cinemas em 2020. Mas, devido a pandemia, teve pouco destaque e bilheteria.

Dois Irmãos

Como falamos, o filme chegou a estrear nos cinemas em Março de 2020. Foi justamente nessa época que a pandemia começou a ter uma escala definitivamente global. Assim, mesmo em exibição, muitas das salas já estavam sendo fechadas. Entretanto, ele também foi disponibilizado no Disney+, quase que simultaneamente. Se tornando então um dos maiores destaques da plataforma.

Dito isso, vamos a história. Somos apresentados a um mundo onde a magia era disseminada, mas com o avanço da tecnologia, seu uso ficou escasso e até mesmo as qualidades únicas dos seres foram se perdendo. Um ótimo exemplo é ver que as fadas, que possuem asas, não acreditam que podem voar. Nós acompanhamos os irmãos Ian e Barley, que vivem com sua mãe e tem seu pai já falecido. Ian é o mais novo e responsável, enquanto Barley é o típico brutamontes bobo, que vemos em muitas produções. Seu pai deixa para os dois um cajado mágico com um feitiço que o traz de volta por um dia e os dois seguem uma aventura para conseguir concertar seu erro. Já que ao usar o feitiço, apenas a metade do pai retorna.

Dois Irmãos

Como um todo, é sempre interessante a forma que a Pixar encontra de fazer uma leitura do nosso mundo com seus personagens. A acomodação das espécies somos nós, acomodados com as praticidades, sem expectativa da aventura por estarmos em uma zona de conforto. Ou até mesmo quando deixamos de ser como somos para se adequar e sobreviver, assim como a Manticora.

Dois Irmãos” ficou “apagado” frente a outros que tiveram o mesmo destino. Mas ainda assim é um ótimo filme!

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