Crítica: Em Busca de Ohana

“Em Busca de Ohana” estreou na Netflix no final de janeiro. A trama traz uma aventura de jovens em busca de um importante tesouro no Havaí.  

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No maior estilo Indiana Jones, Pili é uma criança que acha um diário sobre um tesouro antigo escondido na ilha. Logo, ela descobre que o diário é de seu avô, e que o pirata que o escreveu entregou aos seus antepassados. Agora, morando com seu avô no Havaí, ela forma novas amizades, e junto de seu irmão e seus novos amigos, adentram nas cavernas em busca do tesouro. 

Porém, um fator importante ressaltado no filme é a cultura havaiana, e um de seus costumes era o enterro de corpos em cavernas. Portanto, a caverna em que o tesouro se encontra é um túmulo, e isso é algo sagrado que não se deve desrespeitar. E é nisso que o final do filme se baseia, apesar de descobrirem o local do tesouro, pegá-lo seria um desrespeito a cultura da ilha. 

Mas a mensagem principal passada pelo filme logo em seu título, é de que o principal tesouro que se pode ter é a família (Ohana, em havaiano). E isso se evidencia bem com a aproximação do irmão mais velho com Pili, além da reconciliação de sua mãe com seu avô.  

“Em Busca de Ohana” traz lições sobre a família e sobre cultura, e se resume bastante em uma fala de Lilo e Stitch: “Ohana quer dizer família, e família quer dizer nunca mais abandonar ou esquecer”. 

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