Crítica: Jonas

“Jonas” é um drama romântico da Netflix, que acompanha um garoto introvertido que se apaixona por um aluno novo.

Jonas

O filme alterna entre o passado e o presente do garoto. Quando adolescente, Jonas conhece Nathan, um garoto novo em sua escola. Acompanhamos a chegada de Nathan na escola, onde vemos a amizade dos dois começar e evoluir ao longo do tempo. Mas dezoito anos depois, não vemos mais o garoto, já Jonas, se vê sem rumo e levando a vida como porteiro de um hospital. Se antes era um garoto tímido e quieto, agora o personagem costuma levar a vida com várias brigas e confusões.

Devido à ausência do Nathan e pela montagem do filme, dá a entender que algo horrível aconteceu, e de fato isso é mostrado ao longo do filme. Mas ao mesmo tempo, os cortes dão a sensação de que tudo ficará bem na conclusão, mas não é o que ocorre. Assim, o filme conclui trazendo lições sobre a importância das lembranças do passado e sobre o perdão.

Jonas

Com um desenvolvimento inicial lento, o filme pode não agradar alguns neste quesito, mas a partir de sua metade, o filme fica mais envolvente e agradável. Algo bastante interessante no filme, é a forma como aborda a vida escolar do garoto, e a crítica com relação a homofobia nas escolas. Mas mesmo assim o filme não deixa de tratar a sexualidade dos garotos de forma leve.

“Jonas” tem um romance delicado e interessante, mas não foge muito dos clichês.

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