Crítica: Mulan (2020)

Mulan (2020)” é o mais novo Live Action que a Disney traz, mas dessa vez fez sua estréia no Disney+ e ainda bem que não vi no cinema!

Mulan (2020)

O fato é que os Live Action que a Disney vem produzindo estão longe de agradar. “Aladdin” é, talvez, o mais bem sucedido deles, justamente por manter muito da animação. Mas Mulan aposta em uma abordagem completamente diferente! Quem sabe, por conta da memória afetiva, o filme desagradou, né? Mas não, mesmo como uma produção independente o filme peca em inúmeros pontos.

Tudo que torna Mulan a princesa que ela é esta relacionado a sua coragem, sua superação e o seu crescimento. Porém, agora tudo se torna algo místico, uma coisa que era seu destino de nascença por conta de seu chi de guerreira. Afinal, ao mostrar a infância da personagem, tivemos ilustrado que seu talento era nato. O único personagem que se manteve fiel foi o pai dela, com seu legado como um herói de guerra e um homem sábio.

Mulan (2020)

Já a separação de Shang em dois é incrivelmente insignificante, por nem mesmo lembrar dos nomes do novo general e do par romântico. Uma adição que parecia promissora era da Bruxa, trazendo mais de misticismo a jornada. Infelizmente, ela também é bem rasa. Afinal, quem em sua jornada de vingança de anos mudaria de ideia por trocar duas frases com alguém? Até mesmo a qualidade gráfica da animação é melhor. Os efeitos especiais não disfarçavam nem um pouco o fato de que tudo era CGI.

Mulan (2020)” é uma, ou a, maior decepção cinematográfica do ano. Inclusive, conseguiu a façanha de desagradar tanto o lado ocidental quanto oriental dos fãs! Se colocaram uma bruxa que consegue se transformar, dava para manter Mushu, pois ele marcava presença tanto quanto a protagonista.

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