Crítica: Oxigênio

“Oxigênio” é o mais novo suspense da Netflix, e é certamente um terror para quem tem medo de espaços fechados!

Oxigênio

O filme se passa inteiramente dentro de uma câmara de criogenia. Nela, acompanhamos Liz, que despertou de um sono profundo, e agora precisa achar um meio para sair do local, antes que o oxigênio acabe. Sozinha e em um lugar fechado, ela acorda confusa e desnorteada, sem lembrar sua própria identidade, ela começa a interagir com uma inteligência artificial, o Milo, sua única “companhia” dentro da câmara.

Mas o desespero e tensão tomam conta do filme realmente, quando o oxigênio atinge níveis críticos. Assim, a protagonista luta, em um curto espaço de tempo, em busca de suas lembranças e de um jeito de se salvar. Ao longo do filme, ela vai se relembrando de suas memórias, em busca de algum conhecimento que a ajude sair daquela situação, já que as pessoas com quem se comunicou não parecem estarem dispostas a ajudar. Mas a situação piora ainda mais quando ela descobre que, apesar de ser uma cientista renomada, ela está a milhares de quilômetros da Terra.

Oxigênio

Para um filme que se passa em apenas um local, sua direção é impressionante, já que, mesmo assim, consegue ser bastante envolvente de forma que não fique tedioso. Outro fator interessante são as reviravoltas do longa a partir de sua metade, que nos prende até o último minuto.

“Oxigênio” mexe com as emoções do espectador, sendo um filme bastante apreensivo e que surpreende bastante!

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