Crítica: What If – 1ª Temporada

What If” é uma animação exclusiva do Disney+ que desmembra o multiverso da Marvel, explorando possibilidades a partir da pergunta: “O que aconteceria se”.

What If

A proposta da animação é explorar as possibilidades, tendo como vínculo entre as histórias o personagem do Vigia. Mas, apesar de repetir que não podia interferir, isso ocorre quando uma ameaça surge e demanda a união de uma nova equipe. Dito isso, até os episódios finais temos histórias com os personagens que já conhecemos, mas com variações do que ocorreram. Se alguns ainda tinham dúvida, definitivamente a série veio para mostrar o potencial do multiverso da Marvel.

Dito isso, temos que ver e analisar as histórias separadamente. Afinal, cada uma se passa em um universo, tem seus arcos fechados em si e apresentam elementos únicos. Porém, uma reclamação recorrente foi a “banalização” da Saga do Infinito. Thanos surge constantemente, mas “mais fraco”. Tony Stark, que no principal universo é um dos principais heróis, aqui morre constantemente.

What If

Entretanto, a reclamação vem desde “Loki”, já que na série as Joias do Infinito não passavam de pesos de papel. Sendo assim, considero equivocado esse julgamento, pois a proposta mesmo afirma que temos incontáveis possibilidades e realidades. Em muitas temos Thanos mega poderoso, em outras tantas ele é normal, e em algumas fraquinho. A verdade é que, apesar de sua importância, a animação é uma das produções mais voltadas ao entretenimento que a Marvel produziu até agora.

What If” decepciona o fã que procura por teorias e gosta de estar certo ao final. Apesar de trazer esses elementos, passa longe da proposta. Aqui temos entretenimento, temos possibilidade e a divertida proposta de imaginar “O que aconteceria se….”.

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