Crítica: Corgi: Top Dog

Corgi: Top Dog‘ foi o filme que me fez repensar a ideia de que animações com cães são certeiras! Mas, onde foi que a Imagem Filmes errou?

Corgi: Top Dog

O longa parece se esforçar bastante nas referências pop da atualidade. Temos menções a Frozen, Lady Gaga, Clube da Luta e diversos outros filmes.

Graficamente falando a animação é bastante atrativa. E tecnicamente essa é a unica coisa no filme que não pode ser problematizada. Afinal, devemos tocar na questão da classificação e o público do filme.

Dessa vez independente de suas crenças ‘Corgi: Top Dog’ exagerou nas piadinhas de duplo sentido. Será que elas foram uma tentativa de fazer do filme atrativo para crianças e quem as leva ao cinema? A resposta parece um sim, mas foi uma ‘bola fora’! Algumas das piadas nem passavam um sentido que o expectador não relacione ao sexual.

Corgi: Top Dog

Rex é o cão favorito da Rainha e ao escutar seu amigo invejoso acaba fugindo e indo parar num canil. La eles encontra novos companheiros e a aventura gira em torno de retornar ao palácio e conquistar um amor.

Wanda, a cadela, passa uma imagem bem errada sobre o interesse feminino. Afinal, inicialmente despreza Rex até que descobre que ele é realmente o cão da Rainha. Deixando bem claro que ela se aproximou dele principalmente pela nobreza do animal.

Mas como levantamos, se o filme se restringisse apenas a esse enredo sem tentar criticar personalidades, vulgo Tump, teria acertado. Ou, até sendo mais direto, admitindo que o público mais indicado já seja o adolescente.

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