Crítica: That Time I Got Reincarnated as a Slime: O Filme – Lágrimas do Mar Azul-Celeste
“That Time I Got Reincarnated as a Slime: O Filme – Lágrimas do Mar Azul-Celeste” é um nome bem grande para um filme filler padrão.

Apesar de filmes de anime serem, na sua maioria, histórias fillers, isso não é um problema em sí. Pensando como expectador, melhor um filme de pouco mais de uma hora, do que um mês de episódios com movimento de temporadas cada vez mais curtas. Mas eles são exatamente isso, histórias paralelas dos personagens. Histórias que servem para dar protagonismo, muitas vezes, para aqueles que acabam “apagados” frente aos protagonistas e personagens mais apelões.
Dito isso, é bom ver o desenvolvimento de Gobta que na série acaba cumprindo um papel de alívio cômico. Na trama, Elmesia convida Rimoru e alguns dos seus companheiros para uma viagem especial até uma ilha turística. Como conhecemos sua personalidade, era de se esperar que algo além tinha nesse convite. Um misterioso fenômeno na ilha chama atenção e, eventualmente ele se torna o conflito.

A maior questão em filmes assim é a qualidade da animação que, por ir para o cinema, costuma ganhar um tratamento maior. Contudo, atualmente estamos vivendo um momento onde a linha entre a telona e a tela da TV não tem tanta diferença. Se filmes eventos fazem o cinema sobreviver por aparelhos, os filmes de anime preenchem o catálogo dos streamings e os torna ainda mais atrativos para os assinantes.
“That Time I Got Reincarnated as a Slime: O Filme – Lágrimas do Mar Azul-Celeste” chegou a ser lançado nos cinemas, mas em horários de pouca adesão. Então, assistir ele pela Crunchroll é uma grata surpresa, mas a janela podia ser menor.



