Crítica: A Origem dos Guardiões

“A Origem dos Guardiões” é uma animação da DreamWorks, em que vemos Jack Frost, o responsável pela diversão no inverno, se tornar um Guardião. Agora ele, juntamente com personagens como Papai Noel, Coelho da Páscoa e outros, tem que se unir para combater o Bicho Papão. 

Com o Bicho Papão de volta, o Homem da Lua, responsável por escolher os Guardiões das crianças, escolhe Jack como um novo Guardião. No entanto, Jack só quer saber de diversão e neve, e não gosta de ter responsabilidades. Mas ao ver os dentes das crianças roubados da Fada, ele se vê obrigado a ajudar a recuperá-los, com o interesse de resgatar os seus próprios dentes e ter as memórias de outra vida, de volta à tona. 

Agora com os dentes das crianças, Bicho Papão tenta arruinar os outros feriados para que cada vez mais crianças deixem de acreditar e respectivamente os personagens deixam de existir. É aí que vemos uma explicação de como os personagens conseguem entregar os presentes para as crianças. No entanto, sobra apenas uma criança que ainda tem expectativas e cabe aos Guardiões protegê-la. 

Um ponto interessante do filme é como foram abordados os personagens, com um aspecto mais “moderno” e ao mesmo tempo lutadores. Isso dá ao filme um aspecto mais divertido e diferente do comum, fazendo com que as crianças mais velhas prestem mais atenção. Outro ponto interessante é a ótima animação, que não deixa a desejar em nenhum momento.  

“A Origem dos Guardiões” prega a valorização das crenças e da inocência das crianças de uma forma divertida. Assim, se torna um bom filme para as crianças, principalmente pequenas, com uma boa qualidade e lição de moral. 

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