Crítica: Your Name

“Your Name” é uma animação incrível que conta como dois adolescentes descontentes com seus empregos e cidades, trocam de corpo ao sonharem. No entanto, com realidades diferentes, agora eles tem de se adaptar aos corpos um do outro.

Mitsuha, filha do prefeito de uma pequena cidade, sonha em viver em Tóquio. Já Taki, é um garoto comum da grande cidade que está descontente com seu emprego. Ambos estão conectados, mas só descobrem isso quando acordam um dia com o corpo do outro. Como nunca se conheceram, eles se comunicam com anotações no celular e caderno. Assim, eles anotam o que fizeram durante o dia com o corpo do outro.

Tendo de se adaptar as novas “vidas”, o garoto se encanta com os costumes da família da garota, que por sua vez, tem finalmente a oportunidade de viver em Tóquio. Mas com realidades diferentes, eles estabelecem regras entre si, tornando todo o filme bem divertido com a aproximação dos dois. No entanto, quando o garoto decide ir à cidade ver a garota pessoalmente, descobre algo inacreditável, que o faz questionar as próprias experiências.

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É explicado durante o filme que as trocas de corpos são como sonhos. Isso vem de gerações da família da garota, e que após algum tempo, as memórias somem. Com a descoberta chocante sobre um cometa que atingiu a cidade, Taki se afunda em estudos para entender os acontecimentos, mas descobre que a cidade deixou de existir há três anos e os seus moradores morreram.

“Your Name” abrange vários gêneros com uma animação sensacional, junto de reviravoltas que nos prendem até o final para sabermos o desfecho. Além de ser emotivo, o anime relaciona assuntos como destino e tempo, o que faz com que seja necessário sua atenção para entender todos os acontecimentos, sem que fique confuso. 

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