Crítica: Como Treinar o Seu Dragão
“Como Treinar o Seu Dragão” chega com mais um live action de uma animação, mas dessa vez da Universal que começa acertando.

A história aqui é a mesma, sem tirar nem por. Soluço é filho do chef de sua aldeia Viking, mas diferente dos demais, ele parece o oposto de tudo que eles defendem. Um dia, durante um ataque de dragões, ele abete Banguela. Na busca por seu prêmio, ele se identifica com o dragão e, aos poucos, surge um carinho, amizade e respeito. Agora, ele vai encarar não só suas crenças, mas uma aventura que pode mudar todo o mundo que conhece.
Muito se fala sobre como a Disney vem errando em seus live actions, principalmente por “atualizar” suas obras. Sendo assim, surge essa produção que, dentre os elogios, enaltece o quão fidedigna o filme é, quase que copiando frame por freme. E isso é verdade. Mas também, verdade seja dita, “Como Treinar o Seu Dragão” já traz consigo tudo aquilo que hoje desprezam, no original.

Ainda sim, o filme entrega com um cenário magnífico, personagens que traduzem bem os personagens e algumas leves mudanças para que o live action não fique menos “real”. A única coisa que me incomoda, particularmente, foi a remoção de uma cena que faz um ganho ótimo para o final, que sempre fez o roteiro ser mais elogiado.
“Como Treinar o Seu Dragão” não é original, não traz nada de novo e é o mesmo feito mais uma vez. Mas, o cinema, principalmente de shopping, sendo uma vitrine. Quem é que não vai expor seguro, trazendo sempre o mesmo produto, enquanto ele vende? Agora, mais do que nunca, podemos firmar que a era doas Live Actions chegou, se estabeleceu e não deve partir tão cedo.





