Crítica: Cruella

Cruella” é o mais recente live action da Disney que tenta trazer um pouco mais de uma de suas clássicas vilãs. Mas seu destaque é ainda maior que “Malévola”, que abriu as portas para essa abordagem.

Cruella

Cruella Devil é a vilã dos filmes e séries de “101 Dálmatas”. Mas é claro que a personagem surge em outras obras da Disney, como a trilogia “Descendentes”. Porém, nenhuma dessas obras abordou o passado da personagem e principalmente, sendo protagonista, fez dela a pessoa com quem nos importamos.

Estella quando criança já desejava ser diferente e uma famosa estilista. Após sua personalidade causar problemas na escola, ela e sua mãe tem de se mudar, mas passam numa festa misteriosa antes. É aqui que a garota pensa que, pela confusão que criou, sua mãe morre e sozinha encontra Jasper e Horácio.

Cruella

A partir disso acompanhamos os três tentando sobreviver da forma que podem e a ascensão de Estella como estilista e, futuramente, a ascensão de Cruella. Para aqueles que já viram, será impossível não notar a semelhança com “O Diabo Veste Prada”. Principalmente a personagem da Baronesa, claramente a Miranda desse universo. E é a dinâmica entre as duas e sua rivalidade nada saudável que dá o estalo para Cruella iniciar a jornada que fará com que ela se torne a vilã que conhecemos.

Cruella” é um dos melhores live action que a Disney vem produzindo. É inevitável que os easter eggs não se fizessem presentes, com dicas e pistas do futuro que pode, ou não, ser produzido. Para aqueles que gostam do universo de criação, principalmente de moda, é um prazer a parte o processo e resultado de todas as peças que são utilizadas pelas personagens principais.

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