Crítica: Descendentes – País das Maravilhas Malvado
“Descendentes – País das Maravilhas Malvado” é o quinto capítulo da franquia da Disney que promete uma continuação, mas será que tem trama para tal?

Dando sequência imediata aos acontecimentos do filme anterior, a Rainha de Copas e a Cinderela, assim como suas filhas, são amigas e boas. E, como toda trama de viagem no tempo, mudar o passado causa um efeito dominó. Aqui, a consequência está em o Chapeleiro Maluco ser um vilão e, seu filho também vive dessa forma. E, como todo bom vilão, ele sequestra a rainha e cabe a Chloe e Red salvar suas mães, mais uma vez. Mas, agora, além dos amigos temos Pink, a nova irmã de Red.
A mudança natural das protagonistas nunca foi um problema. Após a trilogia original, claro que seria difícil igualar o elenco e a trama, e isso pode ser até injusto. Mas o ponto é o elenco coadjuvante e de suporte. Se antes tínhamos os filhos dos grandes personagens da Disney. Aqui, por mais que Chloe e Red sejam interessantes, o entorno é fraco. O maior exemplo é o Luis Madrigal, que particularmente só reconheci por conta do sobrenome. E, sejamos justos, a Luísa não seria a primeira personagem que vejo se casando da família Madrigal.

Os figurinos e cenários são o ponto mais forte do filme. Considerando que temos uma peça de teatro, o filme se torna uma ótima propaganda dessas apresentações pela qualidade. As musicas seguem como antes, cumprem seus papeis para a trama, mas também não ficam para além. E ainda temos a promessa de uma continuação, para finalizar essa trilogia. Ou não, será?
“Descendentes – País das Maravilhas Malvado” é exatamente como um filme dois de uma trilogia. Não é marcante, entrega o necessário e pavimenta para a grande finalização.




