Crítica: Descendentes

Descendentes” é um filme da Disney no qual os personagens principais são os filhos dos personagens mais clássicos de suas obras. Mas, será que esse grupo saiu da sombra dos pais e conquistou seu próprio posto?

Descendentes

O Reino de Aradon é o cenário dessa história. Ele é governado pelo Rei Adam (A Fera) e a Rainha Bella e é dividido em dois. O centro dele é onde moram os personagens que conhecemos como os bons das histórias. A segunda parte é uma ilha onde moram os vilões, entretanto essa ilha também é cercada por uma barreira mágica que os impede de sair dela.

É nessa ilha que conhecemos Mal, filha da Malévola; Carlos, filho da Cruela de Vil; Jay, filho de Jafar e Evie, filha da Rainha Má. O grupo está prestes a ir para o ‘lado bom do reino’ por conta de um projeto de Ben, príncipe que está prestes a assumir o trono. Esse projeto consiste em dar uma segunda chance aos filhos dos vilões, afinal eles não têm culpa pelos crimes dos pais. O que faz todo sentido legal, diga-se de passagem. Logo, é injusto que eles sofram e vivam no mesmo lugar, já que a ilha é considerada uma prisão e por conta disso muito mal cuidada.

Descendentes

Mas logo antes de partir, Malévola ordena que Mal aproveite a oportunidade para roubar a varinha da Fada Madrinha. Afinal, a varinha permitiria que Malévola retomasse seu poder, apesar da barreira mágica. Claro que com a experiência, teríamos uma redenção por parte dos filhos, das histórias de seus pais. E é um tema bastante interessante, afinal qual adolescente não quer ser visto de forma independente e seguir seu próprio caminho?

Descendentes” fez sucesso e ganhou outras duas continuações, no qual eles lidam com as consequências das suas escolhas.

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