Crítica: Godzilla (2014)

Godzilla (2014)” é um personagem que vem fazendo aparições constantes desde 1954. Mas essa versão americana se torna melhor quando traz algo além da briga entre criaturas gigantes.

Godzilla

A cada aparição do Kaiju, ele encara um oponente diferente. Assim, um universo farto de criaturas foi sendo criado e referenciado em outras mídias. Até mesmo a série de Yu-Gi-Oh! conta com uma coleção de cartas inspiradas diretamente nas criaturas desses filmes. Mas essa receita se torna menos eficaz quando as ideias vão se esgotando. Afinal, ele já foi um destruidor de mundos, se fundiu com a tecnologia se tornando o MechaGodzilla e agora seu poder de fogo vem da radiação e inclusive é um ser que defende o planeta.

Mas apesar da crítica clássica da americanização dessas produções, o atual ponto de vista melhora a criatura. Principalmente porque agora temos uma história, por mais rasa que seja! E também sendo ele um defensor, teremos franquias onde humanos e ele irão aprender a conviver para o bem do planeta.

Godzilla

É nesse ponto que temos o aprendizado de que essas criaturas são tão habitantes da Terra quanto os humanos. Logo, resta a nós nos adaptarmos a passagem desses seres quando resolvem sair de casa e passear pelo bairro.

Uma técnica muito usada para se economizar nos efeitos são as lutas noturnas. Assim, a equipe gráfica pode ficar tranquila ao se dedicar menos para se ter uma riqueza de detalhes. Nada muito diferente de outros filmes, mas aqui essa tática se tornou um problema com o 3D. Apesar de nada inovadoras, vamos concordar que essas cenas são a alma do filme. Principalmente para o fã que estava procurando pelo que via antigamente.

Godzilla (2014)” tenta dar mais história para além das porradas, mas se esquece que elas deveriam ter um destaque no filme!

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