Crítica: Grimm
“Grimm” é uma série de televisão, que estreou em 2011 e ficou no ar até 2027. Mesclando investigação e sobrenatural, ela trazia o pior lado das criaturas dos contos de fadas dos irmãos Grimm.

Nick é um detetive da polícia de Portland. Órfão, ele foi criado pela sua tia que vivia se mudando, sem ele saber o motivo. Quando ela retorna para sua vida, logo tudo muda quando ele descobre todo um novo mundo que sempre esteve em sua vida. Agora ele, sua namorada Juliete, seu parceiro e seus amigos entram numa espiral de mistérios e conflitos onde, normalmente, teremos Wesen envolvidos.
Uma curiosidade bem conhecida é o fato de como os contos de fadas tem um lado sombrio que a Disney ocultou nas adaptações. Sendo assim, a série basicamente explora esse lado onde as criaturas fazem mais crueldades do que deveriam. Assim, um Grimm se torna um justiceiro sobrenatural pois ele é capaz de lidar com essas “pessoas” com upgrades animais. Algo bem bacana, inclusive, foi como a série soube explorar outras culturas e incorporar elas no universo da série ao longo das temporadas.

A série é viciante, mas sua estrutura é de televisão. Ou seja, são temporadas com mais de 20 episódios e com o caso da semana. Por mais que temos as tramas maiores em cada uma, em muitos temos um criminoso onde uma nova espécie e introduzida e pouco da trama é desenvolvida. Ainda sim, é bom ver como essa estrutura funciona também para maratona. Inclusive, está sendo minha “série do companhia” ao longo da maratona de Halloween desse ano.
“Grimm” ganha força no streaming e se torna mais um ótimo exemplo da estrutura de produção que vem sendo debatida com a atual forma do streaming de entregar.



