Crítica: Invocação do Mal 4 – O Último Ritual
“Invocação do Mal 4 – O Último Ritual” encerra, talvez, uma das maiores franquias do terror atuais produzidas pela Warner.

Após os acontecimentos do filme anterior, o casal Warren se aposentou dos casos pelo bem de Ed, que está com problemas cardíacos. É assim que tudo começa, ou melhor, termina. Essa hesitação também está na filha do casal, que tenta conter seus dons, semelhantes aos de sua mãe. Assim, a franquia termina com um encerramento de ciclo, onde o caso final está diretamente relacionado ao primeiro. Apesar de que, sinceramente, as chances da filha seguir como protagonista em outro filmes é quase certo, dado ao sucesso de bilheteria.
Ainda me surpreendo com pessoas tomando sustos em filmes de terror. A experiência fica bem mais interessante com a sala cheia por conta disso. Mas não sei se o encerramento é válido. Com o filme anterior sendo mediano e com spin offs que quase afundaram a franquia, Valak e Annabelle se tornam ícones, quanto os demais são esquecidos.

Dito isso, o filme faz essa auto reflexão. No primeiro filme vemos uma sala lotada, quanto aqui temos poucos alunos e ainda zombam por conta do sobrenatural. Tais entidades, anjos, deuses e espíritos, seja qual for a mídia, são seres fantásticos da imaginação humana. Entretenimento. E entender o filme dessa forma é o melhor caminho. Já diziam que a expectativa é péssima, pois nos decepcionamos. Imagino que seja o pensamento válido quanto ao filme.
“Invocação do Mal 4 – O Último Ritual” não encerra, mas é uma pausa. Seja no mesmo universo ou com outros personagens, o gênero sempre tem seus caçadores de fantasmas para ocupar esse espaço.





