Crítica: Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito
“Crítica: Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito” chega com a polêmica da classificação, mas se estabelece como um dos melhores filmes de 2025.

Demon Slayer é, hoje, um dos animes mais populares. O primeiro filme já é um sucesso de bilheteria, principalmente no Japão. Hoje, Castelo Infinito repete o sucesso, mas mundialmente. A trilogia que encerra o anime mostra uma tendência recente, com os arcos finais sendo adaptados para as telona. Contudo, sendo o primeiro apenas, é surpreendente como movimenta o mercado e salva a bilheteria em um mês que é historicamente mais fraco.
Na trama, os Tanjiro e os demais membros do esquadrão são levados para uma dimensão infinita, onde a vantagem está com os Onis. Nesse filme temos três batalhas importantes. Mas, em pouco mais de 2h de duração, a maior reclamação está nos flashbacks que, para construção da trilogia, são essenciais. E, ainda, o destaque é mesmo o embate ente Tanjiro e Akasa, o Lua Superior 3.

Entre lutas e lágrimas, esses elementos estão fora das telas. Afinal, sendo para maior de 18 anos, o filme fica distante de seu público alvo. Mas vale lembrar que há países com classificação variada, afinal as legislações são diferentes. Contudo, o mais radical foi apenas o Brasil. E, vendo o filme mais de uma vez, até concordaria se ficasse com 16 anos, mas 18 é exagero. Muito deve se pela história pessoal de Akasa, imagino. Com lutas, sangue e traumas, o seu flashback e decisão são pesadas, sim. Mas longe de ter todo esse sentido que estão dizendo para justificar.
“Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito” é um sucesso, independente disso, Mas também escancara que a falta de conhecimento do brasileiro sobre culturas não cristãs ou americanas ainda será um grande desafio para obras asiáticas.





