Crítica: It – Bem-vindos a Derry
“Crítica: It – Bem-vindos a Derry” foi a confirmação que 2025 fica marcado como o ano do Terror, nos filmes e nas séries.

O desafio de se criar uma história que acontece antes do primeiro material é grande. Afinal, sabemos o final e, ainda mais no terror, quem não corre nenhum risco. Dito isso, o mérito da série é ainda maior pela forma que conduziram e como trabalham a mitologia, já que as demais temporadas são ainda mais atrás no tempo. Aqui, temos Pennywise, nosso palhaço dançarino, no ciclo anterior ao dos filmes e o clube dos otários. Por isso, para além de conexões e nostalgia, temos aqueles se são os pais ou afetam diretamente nossos protagonistas dos filmes.
Num tom de suspense, e provavelmente para conter gastos, no Palhaço só surge na segunda metade da série. E, por mais que o elenco infantil seja incrível, é inegável que a série muda quando Pennywise esta em tela. Sustos, suspense, medo e comédia, tudo é elevado!

Os primeiros episódios são impactantes, provando que há sim como contar essa história. A origem dos personagens e da criatura é válida, instigante e atiça o espectador. Atiça ao ponto que nós esperávamos cada domingo para ver o novo e melhor episódio. Nem tudo são balões, claro. A trama do exército é clichê e cansativa, ao ponto de ser o ponto mais baixo, sempre. Além disso, os efeitos digitais gritam em comparação com a maquiagem e os práticos, mas ai a comparação chega ate ser injusta.
“It – Bem-vindos a Derry” foi uma promessa, teve um atraso, mas entregou tudo e mais um pouco. Um extra pela excelente ativação na CCXP que merece ser mencionada. Afinal, ao menos para alguns, a experiência da série foi além!





