Crítica: John Wick 4: Baba Yaga
“John Wick 4: Baba Yaga“, lançado pela Paris Filmes, oferece um entretenimento de altíssima qualidade, repleto de cenas de ação de tirar o fôlego.

O filme acompanha John Wick planejando destruir a Alta Cúpula, enfrentando um poderoso inimigo para sobreviver, com a ajuda de antigos aliados. A prova viva de que uma história de um assassino profissional em busca de justiça só tende a melhorar com o tempo, “John Wick: Chapter 4” entrega a dose máxima de euforia que todo aficionado por adrenalina espera em um longa de ação.
Com momentos épicos que prendem a atenção de qualquer pessoa, como a luta sanguinária no clube subterrâneo de Berlim, a perseguição alucinante de carros no Arco do Triunfo e uma sequência aérea sensacional dentro de um apartamento, o título é elevado ao máximo graças à atuação estelar de Keanu Reeves e aos talentosos Donnie Yen e Rina Sawayama, que apresentam trechos de combate supimpas. Apesar das situações completamente malucas, não há nada mais empolgante do que torcer pelo destemido Jardani Jovonovich em suas batalhas contra inimigos.

Sobre os demais atores do elenco, como Bill Skarsgård, Laurence Fishburne, Ian McShane, Shamier Anderson, Hiroyuki Sanada, Clancy Brown, Lance Reddick e Scott Adkins, cada um brilha em seu papel com 100% de dedicação.
“John Wick 4: Baba Yaga” demonstra coragem ao abraçar conceitos audaciosos e criar aventuras tanto emocionantes quanto extremamente divertidas. A produção apresenta um verdadeiro banquete visual, com um uso magistral de cores e enquadramentos cinematográficos em cenários deslumbrantes. A trilha sonora de Tyler Bates e Joel J. Richard complementa a experiência de maneira esplêndida.
Texto por Pedro Barbosa.





