Crítica: M3GAN 2.0
“M3GAN 2.0″, da Universal, é um ótimo exemplo de quando um filme entende que seu sucesso não estava em seu gênero original e muda, abraçando e entregando mais daquilo que o tornou memorável.

Alguns anos se passaram e Cady agora vive bem com sua tia, dado os detalhes de uma adolescente. Ela, por sua vez, acaba se tornando uma ativista dobre IAs. Ainda apoiando a tecnologia, ela defende sua regularização, ainda mais pelo que passou com MEGAN. Mas seu livro de sucesso, sua casa e atual momento só existe pois MEGAN continua bem e cumprindo sua diretriz. Por fim, o projeto de MEGAN faz com que militares criem AMELIA, e ninguém melhor para impedir uma IA do que outra, certo?
Admito que mesmo com os trailers, ainda imaginava que iria ver um filme de terror. Mas, a experiência, está mais para uma comédia de ação. Mas diferente da frustração, foi bem agradável a experiência. Afinal, MEGAN foi MEGAN, entregou exatamente os pontos que mais agradaram no primeiro filme. elevado a extrema zoeira.

Mas, mesmo que raso, há um debate. Enquanto o primeiro filme mostra muito de como os pais estão delegando para as tecnologias a educação de seus filhos, agora temos o uso de IA. Ao longo do filme temos diversos modelos, desde o entretenimento, até saúde e uso militar. Mas, em meio a eles, um quase debate sobre a regulamentação, não banimento. IAs para aprender, ensinar e não substituir. Ainda sim, a bonequinha precisa lutar, demonstrar mais do que o natural, cantar, fazer comédia e drama. Mas, no fim, s manter presente.
“M3GAN 2.0” é um upgrade sim! Mas é bom lembrar, crescer nem sempre é ficar “melhor”, mas aprender a abandonar algo que, mesmo bom, era demais.





