Crítica: Minions & Monstros
“Minions & Monstros”, da Universal, entrega a fórmula de sucesso dos personagens junto de uma homenagem ao universo do cinema.

Somos, realmente, obrigados a reconhecer que os personagens dos Minions conquistaram seu espaço na cultura pop. Seja em seu filme principal, nos spin offs e nos produtos, a simplicidade deles é sua maior qualidade e atrativo. Sendo assim, não tem como esperar algo diferente do filme. Assim como os anteriores, mas dessa vez, sino, mais estruturado, o filme agrada justamente pela simplicidade de seus atos.
Aqui temos, mais uma vez, a busca do grupo até encontrar seu grande chefe malvado. Recapitulando a história, com seus fracassos, o filme usa desses momentos para apresentar, ou melhor, nomear os personagens principais que conhecemos. Da mitologia até o início de Hollywood, vemos um jovem sonhador que encontra nos filmes, a chance de contar suas histórias para o mundo. E, por isso, esse capítulo da franquia ganha um ar mais especial e marcante, ao trazer um filme sobre fazer filmes. Ou quase isso.

Reconheço que, pessoalmente, não sou fã dos filmes onde os Minions estão isolados de Gru e sua família. Por mais que agora compreenda melhor o idioma deles, e isso até assusta, o apelo para o humor corporal com diversas cenas de comédia isoladas, não me agrada. Dito isso, aqui temos um equilíbrio. Há sim a comédia corporal, mas as subtramas aliviam isso quando tem espaço para um romance intergaláctico, uma ameaça de dominação mundial por monstros invocados por maigia e uma carreira de um diretor de cinema.
“Minions & Monstros“, ainda sim, é um produto feito para manter os personagens em evidência e vender produtos licenciados.




