Crítica: Shangri-La Frontier
“Shangri-La Frontier” é um anime de aventura no mundos dos games e, ser no plural, faz a animação ser bem mais interessante e menos cansativa.

Sunraku é o nome que Rakuro Hizutome sempre usa nos jogos que decide experimentar. Em um mundo onde o VR é mais acessível e a tecnologia permie uma imersão absurda, os jogos ganham uma nova camada de realismo. Mas Sunraku é famoso por jogar os jogos ruins. Aqueles bugados, incompletos e de qualidade duvidosa. Sendo um viciado, ele os jogas até o fim e justamente aprendendo a explorar as falhas. Mas isso muda quando ele é convidado a jogar Shangri-La Frontier, o mais novo jogo e de um sucesso incrível. De inicio ele reluta, mas ao experimentar e ter um encontro com uma criatura, ele passa a se dedicar quase exclusivamente a finaliza-lo.
A identificação é o maior ponto forte do anime. Longe de ser pela nível que os jogos são, mas exatamente por isso também. Todo mundo que gosta de vido game, tem aquele jogo ruim que adora, mesmo reconhecendo todas as limitações. Seja no gráfico, qualidade do som, ausência de uma história ou uma jogabilidade complicada, todos temos nosso xodó.

Sunraku também tem seu modo de jogo. E ele joga de tudo um pouco, seguindo esse estilo. E, durante a história, conhecemos alguns desses jogos e os amigos que ele construiu neles. Novamente, Shangri-La Frontier ganha por essa intimidade do protagonista com um perfil real de jogador. Longe de ele ser incrível apenas, ele aprende a jogar. E, no final do dia, ele desloga e vai dormir.
“Shangri-La Frontier” segue em exibição com uma crescente ideal, assim como a curva de dificuldade do jogo. E, por mais absurdo que os personagens sejam, eles ainda vivem a aventura.




