Crítica: Vampirina – Uma Vampira Adolescente
“Vampirina – Uma Vampira Adolescente” tem duas temporadas, encerrada no momento, mas que poda render mais.

Vampirina, ou Vee para os íntimos, é uma vampira que sonha em estrelar uma turnê de sucesso. Para isso, ela se inscreve e passa em uma das escolas mais famosas do mundo, onde celebridades começaram suas carreiras. Contudo, é uma escola humana. Relutantes, seus pais deixam ela ir, mas colocam o fantasma Demi para ficar atento. Com o sobrenatural escondido, ela não deve se revelar, ainda mais pelo perigo de cruzar com um Van Helsing, a tradicional família de caçadores de vampiros. Claro que há um na escola, e Elijah se torna seu crush.
A fórmula da série é clara. Um musical adolescente com elementos sobrenaturais. Esse formato funcionou por um tempo, mas o cancelamento da série se deu em meio as mudanças da própria Disney. A segunda temporada chega com poucos episódios e também não encerra a produção de forma satisfatória. É, basicamente, o mesmo que acontece com “Os Feiticeiros Além de Waverly Place”, que teve até collab, inclusive.

Dito isso, é uma perda triste o cancelamento. Não estou dizendo que a série era incrível, uma maravilha da televisão. Mas era a típica produção mediana que hoje faz tanta falta em outros mercados, como o cinema, por exemplo. Em meio a cultura de redes sociais, tudo tem que viralizar. Mas, pensemos, se tudo é viral, será que algo de fato é viral?
“Vampirina – Uma Vampira Adolescente” não entra para a história da cultura pop, ao menos no live action. Afinal, as animações ainda estão presentes. Mas, certamente, pode ser lembrada por uma geração que cresceu e, quem sabe, retorna daqui alguns anos no movimento da nostalgia precoce.



