Crítica: Witch Hat Atelier – 1ª Temporada
“Witch Hat Atelier” se destacou por conta da qualidade da animação, feito que vem se tornando frequente entre os animes.

Em um mundo onde a magia é real, apenas quem nasce com esse dom pode praticar e estudar suas artes. Ou pelo menos é isso que é divulgado. Contudo, nossa protagonista Coco descobre que a magia é feita através da escrita de símbolos mágicos. Isso acontece quando Qifrey se hospeda em sua casa e, por descuido, deixa a crinaça ver sua magia. Curiosa, ela tenta lançar magias, mas infelizmente tudo sai do controle e sua mãe acaba petrificada. Apesar das regras exigirem que a memória de Coco seja apagada, Qifrey decide ensina-la em seu atelier, junto de suas outras alunas.
A premissa é básica. Temos uma protagonista desafortunada, mas com talento. Após algo sair do controle, ela tenta reparar seu erro enquanto aprende mais sobre o mundo e se vê no meio de um grande conflito. Tem um mentor misterioso e, particularmente parece bem culpado. Além de que, durante sua jornada, encontra outras alunas perseguindo o mesmo sonho que servem de ajuda e uma rivalidade amigável. Sendo assim, a qualidade da animação é, de fato, o fator que destacou o anime recentemente.

O momento ápice que que viralizou nas redes acontece durante uma das lutas de Qifrey, no caso, com um dragão. Suas magias são animadas com uma fluidez e qualidade que, talvez, apenas Demon Slayer tenha chegado em seu lançamento. Além disso, particularmente, temos que reconhecer que a rápida, e eficiente dublagem, fez com que a obra chegue em mais pessoas.
“Witch Hat Atelier” entrega uma eficiente primeira temporada, mas nos cabe esperar para ver se o sucesso continua ou irá ser abandonada com o passar do tempo.




