Crítica: Zombies 4 – A Era dos Vampiros
“Zombies 4 – A Era dos Vampiros” é mais uma das franquias musicais da Disney focadas no público da TV, agora streaming, mas que vem se mantendo e já traz a passagem de bastão entre os protagonistas.

Zed e Addison seguem juntos quanto decidem os planos para o futuro. Contudo, esse futuro é mais incerto quando, por tradição nos EUA, os jovens vão para faculdades distantes. Aqui isso é adaptado e a solução é uma viagem juntos de seus amigos. Contudo, o grupo acaba sofrendo um acidente após o bracelete de Zed detectar alguma coisa e, na tentativa de seguir viagem, encontram uma cidade dividida. De um lado temos seres do Sol e do outro Vampiros. Mas que, claro, tem um romance entre dois jovens opostos.
Em termos grais, podemos sim considerar uma reciclagem do primeiro filme. Afinal, temos os mesmo elementos. Dois lados opostos de grupos sobrenaturais que, após a aproximação do casal protagonista, entendem melhor seus pontos e passam a conviver. Além disso, no final, temos a indicação de outro tipo de criatura que irá somar ao universo da produção.

Ainda sim, não podemos dizer que o formato não funciona. Temos musicas cativantes, um visual condizente com a proposta e personagens que, mesmo rasos, entregam o suficiente para o filme funcionar. Tanto que, Nova e Vitor se tornam o casal principal agora e, sinceramente, funcionaram mais que Zed e Addisn.
“Zombies 4 – A Era dos Vampiros” renova a franquia e apresenta seus novos protagonistas de uma forma tão promissora quanto o time original.




