Crítica: 007 – Sem Tempo Para Morrer

007 – Sem Tempo Para Morrer” é uma produção da Universal que chega aos cinemas agora, mas também é uma das maiores promessas de 2020.

Sem Tempo Para Morrer

Antes mesmo da pandemia começar a ser assunto, o filme já estava em produção. Assim, apesar da trama de arma biológica e infecções, não se pode dizer que foi proposital. Porém, até mesmo evidenciado em um dos diálogos entre Bond e M, no fim das contas tudo se resume a extermínio em massa e ameaças mundiais. E com base nisso, já digo que a trama em si não é das mais grandiosas e tão pouco criativas.

Porém, o destaque fica com os elementos individuais, que conseguem levar o filme de tal forma, que sua duração de quase 3 horas passa sem que seja notado. Também temos tudo que um filme de ação exige. São cenas de luta bem coreografadas, troca de tiros, perseguições quase impossíveis e explosões épicas. Mas, verdade seja dita, o filme é mais uma despedida de Daniel Creig como o personagem.

Sem Tempo Para Morrer

Esse inclusive é um assunto que rendeu bastante. 007 é um código, assim como M e Q, logo com a aposentadoria o natural é que outra pessoa assumisse ele. Mas vemos também códigos que, por carregarem uma história, acabam eternizados pelo seu último herdeiro. Esse ponto foi o fator que fez um debate surgir, principalmente por conta de termos uma 007. Entretanto, senti que a personagem não foi bem aproveitada. Afinal, se a ideia era aposentar e apresentar a sucessora, ela acabou extremamente apagada na trama. 007 é só um número, mas levado por agentes de elite, e aqui a nova 007 se tornou uma “sidekick“.

007 – Sem Tempo Para Morrer” finaliza muito bem a jornada, mas falha ao tentar iniciar outra. Ainda sim, entrega o que os fãs buscam.

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