Crítica: Alerta Máximo
“Alerta Máximo“, lançado pela Paris Filmes, é extremamente envolvente e deixa o telespectador querendo mais.

O longa de ação segue o piloto Brodie Torrance, que precisa fazer um pouso de emergência em uma ilha após uma tempestade com relâmpagos, só para descobrir que o maior risco está na própria ilha, que é controlada por milicianos. Com a tensão nas alturas do início ao fim, é bem provável que você nem pisque. Você vai ficar colado na tela, na torcida para que a tripulação, agora refém, escape dos moradores rebeldes e perigosos.
A produção traz ninguém menos que Gerard Butler, o astro das explosões e pancadarias, que, assim como em “Destruição Final: O Último Refúgio”, entrega uma atuação impecável e eletrizante. Para os fãs do ator e amantes de cenas recheadas de tiros e bombas, é um prato cheio. O que me conquistou mesmo foi ver os personagens tomando decisões espertas, dando um belo empurrãozinho no desenrolar da trama.

Além do incrível Butler, o time de estrelas inclui o carismático Mike Colter, que forma uma dupla dinâmica com o protagonista, brilhando com seu papel como Louis Gaspare. Ele é um acusado de assassinato com uma presença marcante, que estava na escolta do FBI. E para completar o elenco, temos Yoson An, que dá vida ao co-piloto Dele.
“Alerta Máximo” apresenta uma narrativa linear e cativante, onde tanto o momento da queda do avião, revelado nos primeiros minutos, quanto o confronto na ilha são de tirar o fôlego e se complementam de modo excelente. É uma grata surpresa que, sem dúvida, irá te entreter.
Texto por Pedro Barbosa.





