Crítica: Camp Rock 3
“Camp Rock 3” chega ao Disney+ entregando a dosagem certa entre a nova geração e a nostalgia, uma das melhores passagens de bastão do entretenimento.

Estamos vivendo um momento de renovação, mas a renovação é o retorno de grandes títulos dos anos 2000. Famosa pelos Live Actions no cinema, no streaming/tv a Disney está passando pela renovação de elenco de suas produções. E, como toda transição, temos os personagens antigos dando espaço aos novos e, aqui, temos mais um desses momentos. Mas, algo além que faz parte também do filme, é perceber que de todos os novos talentos, Malachi Bardos parece ser o de maior espaço.
Comum nos Estados Unidos, acampamentos de verão são momentos onde os jovens aproveitam as férias para passar juntos com alguma temática. Aqui, o tema do acampamento é a música e assim como no passado, vemos jovens sonhadores competindo para ser o destaque da competição. Em meio as novas músicas e participações especiais, o equilíbrio é a chave do sucesso desse novo filme.

Musica, romance, uma dose de comédia e muito mais música. Essa foi a fórmula de Camp Rock e temos novamente. Outro detalhe é ver que a produção soube aproveitar dos memes para se vender, logo no início temos diversas comparações de cenas, inclusive a mais famosa de Demi Lovato.
“Camp Rock 3“, ainda sim, deixa a desejar para os fãs antigos, justamente pela fidelidade ao original. Acaba inovando pouco na busca de conquistar o novo público com uma fórmula segura. Até mesmo pela participação do Jonas, maior do que as dos demais sim, mas na maioria das vezes a distância. Mas, seria esse justamente o caminho? Presentes e distantes, o suficiente.




