Crítica: O Bom Dinossauro

“O Bom Dinossauro” é mais uma animação da Pixar que emocionou muita gente por aí. O filme acompanha a jornada de Arlo, um jovem dinossauro que busca voltar para casa depois de uma enorme tempestade. 

O filme apresenta um cenário em que o grande asteroide que colidiu com a Terra, milhões de anos atrás, errou o alvo. E assim, os dinossauros continuaram vivendo ao longo desses anos com sua agricultura e pecuária de subsistência. Apresentando Arlo, ele é mais um desses dinossauros que sobrevivem por conta da agricultura. Ele e sua família vivem em uma fazenda onde cada um tem uma função. Mas o jovem dinossauro é bastante medroso e não consegue ir bem em suas tarefas. 

Para deixar a sua marca, seu pai lhe passa uma missão de capturar uma criatura que rouba a comida da família. Mas Arlo não consegue, e assim ele e seu pai vão procurá-la fora dos limites da fazenda. É quando ocorre uma enorme tempestade que causa a separação dos dois. Arlo agora tem o desafio de voltar para a casa e reencontrar sua família. É em meio a essa jornada que ele encontra um humano, o Spot, e constroem uma amizade ao longo do caminho. 

O aspecto visual do filme é realmente impressionante, tanto a água e sombra, quanto as paisagens, são muito bem trabalhadas, o que valoriza bem a natureza na animação. No geral, o filme diverte bem as crianças, e tem um apelo grande para o emocional do espectador. 

“O Bom Dinossauro” pode estar um pouco abaixo das outras produções da Pixar, mas é com certeza um filme gostoso de se ver, e que emociona o público de todas as idades. 

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