Crítica: Robô Selvagem
“Robô Selvagem“, lançada pela Universal, é uma animação grandiosíssima que vai deixar seus olhos hipnotizados com tanta beleza e seu coração cheio de sorrisos e emoções intensas.

Nesta produção da DreamWorks, uma robô fica presa em uma ilha deserta e precisa se adaptar ao ambiente desconhecido. Mas, aos poucos, ela começa a fazer amizade com os animais da ilha e acaba se tornando mãe adotiva de um ganso que ficou órfão. Cada personagem que aparece na narrativa tem um papel fundamental. Isso me deixou totalmente envolvido, prestando atenção em cada movimento da robô Roz, da raposa Astuto, do ganso Bico-Vivo e dos demais bichos. Também, as vozes dos atores trouxeram uma força tão grande às falas que, em certos momentos, até senti um arrepio.
Com uma estética visual de cair o queixo que mescla 2D e 3D, o longa animado é um verdadeiro espetáculo. Cada cena parece uma pintura digna de museu! E não podemos esquecer a trilha sonora lindíssima, com a incrível canção “Kiss the Sky”, de Maren Morris.

O filme apresenta uma trama cativante sobre a busca pela autodescoberta, oferecendo uma perspectiva única sobre a relação entre tecnologia e natureza. Além disso, ele nos leva a pensar bastante sobre o sentido da vida e como todos os seres estão conectados. Conforme o enredo avança, a emoção cresce, com várias reviravoltas que deixam tudo mais comovente. Mas, quando tudo parece estar chegando ao fim, acontece algo inesperado que toca profundamente nossos sentimentos. Por isso, é bom ter um lenço por perto enquanto você vê.
“Robô Selvagem” vai arrancar risos e ganhar o coração de todos que assistirem. Ele tem o poder de conquistar tanto crianças quanto adultos. Apesar de parecer simples, a história é contada com uma delicadeza e cuidado que impressionam.
Texto por Pedro Barbora.





