Crítica: Quarteto Fantástico – Primeiros Passos
“Quarteto Fantástico – Primeiros Passos” é o segundo acerto da Marvel esse ano e sim, faz a esperança voltar com quase tudo.

Um grupo de pessoas, que se consideram família, e alguns de fato são, vão explorar o espaço. Os quatro, então, são expostos a radiação cósmica e desenvolvem superpoderes. Agora, o grupo já estabelecido, cada um toma um papel e suas ações, de fato influenciam o mundo. Seja pela diplomacia, ciência ou carisma, o fato é que eles funcionam para esse universo e para nós, o público.
Mas uma verdade tem que ser dita, de imediato. É um filme Marvel e tem coisas que não podemos desconsiderar. O filme, sozinho, funciona. Mas é preciso de um contexto maior, que virá, para entender tudo e inclusive a motivação de Galactus, a grande ameaça. Logo, temos também a Surfista Prateada que, desde seu anúncio, gerou a crítica mais comum, afinal era uma mulher. No meio de todos os personagens da Marvel, sejam com semblantes masculinos ou femininos, apenas um gera esse debate. E, por tabela, por Sue ter mais protagonismo, ate por conta da gravidez, temos a falácia “Woke” mais uma vez.

Os primeiros passos no título, provavelmente, é uma forma de já direcionar o filme para seu tema central. Tema esse que será o norte desse momento do UCM. Franklin, o bebê, nasce e tudo já acontece. Ele é o alvo, ele é poderoso e ele salva a vida de sua mãe. O Quarteto, com exceção do Coisa, funciona e tem seus arcos. Simples sim, mas eficazes.
“Quarteto Fantástico – Primeiros Passos” ´isso no final das contas, simples e eficaz, com um potencial enorme para o crescimento, assim como Franklin.





