Crítica: O Dublê
“O Dublê“, lançada pela Universal Pictures, é uma comédia de ação superdivertida, romântica e cheia de surpresas.

Depois de lançar em 2022 a boníssima comédia de ação “Trem-Bala”, o cineasta David Leitch volta com mais um título que não decepciona: “The Fall Guy”. Embora seja parecido em estilo, ele carrega um diferencial ao apostar mais na parte romântica da história. A trama acompanha um dublê que, após um acidente sério que prejudicou sua carreira, precisa encontrar um astro de cinema que desapareceu.
Logo de cara, o filme chama atenção pelo elenco principal: Ryan Gosling e Emily Blunt. A química entre eles é excepcional, e eu torci muitíssimo pelo romance entre Colt e Jody. Além disso, o longa traz várias referências ao universo do cinema, tenho certeza de que você vai reconhecer muitas delas. E não faltam cenas de ação perigosíssimas, com explosões, tiroteios, incêndios, perseguições e acidentes de carro, sem mencionar quedas de altos edifícios, tudo para nos manter entretidos. Em resumo, é diversão garantida do início ao fim!

Com sequências eletrizantes e devidamente planejadas, fica difícil desviar o olhar da tela durante esses momentos. Um instante marcante é quando Jody Moreno canta no karaokê enquanto Colt Seavers enfrenta bandidos em alta velocidade. É realmente incrível. Outro ponto forte é o ritmo bastante imprevisível: justo quando parece que tudo já está resolvido, algo acontece para surpreender. Essa característica torna a experiência ainda mais envolvente e prazerosa.
“O Dublê” é uma explosão de adrenalina, onde o diretor David Leitch, reconhecido também pela sua atuação como dublê, usa sua vivência para criar um thriller que é uma verdadeira carta de amor ao gênero de ação e aos destemidos, mas muitas vezes esquecidos, profissionais que fazem a mágica acontecer. O resultado? Um turbilhão de trechos supimpas!
Texto por Pedro Barbosa





