Crítica: Lightyear

Lightyear” é o filme que Andy assistiu nos cinemas, na década de 90, e fez com que ele pedisse para sua mãe comprar o Buzz de “Toy Story”.

Lightyear

A franquia da “Toy Story” colocou a Pixar nos holofotes do cinema. Mas após quatro filmes, com o último tendo uma aceitação mediana, como fazer esses personagens renderem mais histórias? É respondendo essa pergunta que temos esse filme. É sobre o Buzz, mas o original. Um filme de ação que, existe naquele universo, e dele fizeram o boneco que conhecemos.

Aqui, nosso herói trabalha para o Comando Estelar em equipes de reconhecimento. Entretanto, em uma das missões a nave sofre um acidente na fuga e toda a tripulação fica presa no planeta. Anos se passam e todos começam a viver suas vidas, mas não Lightyear. Ele está determinado em concluir a missão, não importa o tempo, mesmo que o tempo passe diferente para ele. Afinal, a cada viagem onde ele fica minutos nos testes, são anos para quem fica no planeta esperando.

Lightyear

Contudo, o filme tem sua carga de tretas. Primeiro é a dublagem, já que a proposta é trazer outro personagem, então outra voz. No Brasil foi mais polêmico, levando em consideração o trabalho de Guilherme Briggs. Contudo, a maior delas está em torno de Hawthorne e sua namorada/mulher. Por conta da homofobia, o filme vem recebendo críticas infundadas e até com banimento em países mais retrógrados. Houve um movimento pedindo o corte, mas é impossível já que para todo o amadurecimento do personagem e cenas mais emotivas do filme, precisamos da relação familiar de Hawthorne, além de sua proximidade com Lightyear.

Lightyear” é o exemplo perfeito do filme que ninguém pediu, todos estavam esperando e ainda bem que tivemos. Mais um acerto e favorito para o Oscar 2023.

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Frednunes

Fred, primeiro de meu nome, técnico em Gestão Pública, mestre pokémon, nerd, pós graduado em Comunicação, viciado em séries, duelista, MBA em Gestão de Pessoas, administrador, apresentador e dono do Futari.

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