Crítica: Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda
“Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda” é uma aposta mais tímida na nostalgia, mas que confirma o caminho que a Disney tem tomado.

Sucesso dos anos 2000, “Uma Sexta-feira Muito Louca” contava a história de mãe e filha que, opostas, trocam de corpos e aprendem a reconhecer os esforços e qualidades. Agora, mesmo trazendo esse elemento, temos a adição de outra geração. Dessa vez temos, a avó que antes era mãe, a mãe que antes era a filha e as duas filhas, uma biológica e outra sendo do primeiro relacionamento do novo marido. Mas a necessidade de inovar é o maior problema aqui.
A verdade é simples, por mais que já conhecemos um pouco de Anna e Tess, mas como elas são hoje, é novidade. Ver como Anna se tornou mãe, as escolhas que fez. Mas ao colocar Harper e Lily na história, a sensação final é de que queríamos mais das que conhecemos e que não conhecemos as novas personagens o suficiente. Ainda sim, o filme entrega a trama reformulada, uma avanço natural e ideias novas que funcionam.

A julgar que nostalgia vende e, atualmente, isso está cada vez mais forte, o filme é um acerto. Temos as protagonistas, os coadjuvantes, os “vilões” e todos com seu tempo mínimo de tela, mas preciso. Contudo, a melhor parte está na comédia com os dilemas geracionais, ainda mais considerando como tudo muda tão rápido atualmente. E, também, com o final e a música mais marcante sendo apresentada novamente.
“Uma Sexta-feira Mais Louca Ainda” pode não ser tão louca ou trazer reflexões como o original, mas é uma boa sequência e um entretenimento melhor ainda.





