Crítica: A Casa Mórbida
“A Casa Mórbida“, lançado pelo Prime Video, desafia a mente da protagonista, combinando uma cozinha caótica, pratos excêntricos e o espírito de uma bruxa.

O terror gastronômico acompanha uma chef determinadíssima que abre um restaurante em um local isolado. Lidando com os desafios na cozinha, sua insegurança e uma presença fantasmagórica que ameaça destruir tudo. Em 2022, o saboroso thriller “O Menu” serviu uma história de arrepiar sobre um jantar mortal que um jovem casal jamais esquecerá. “House of Spoils” explora uma temática similar, mas convida o público a adentrar a cabeça perturbada de uma chef, cujas criações exóticas são feitas com plantas do enigmático jardim da ex-proprietária.
A personagem principal resolve abrir um restaurante de alta gastronomia e decide deixar um emprego bem pago que a deixava bastante exausta. Ela se muda para uma antiga residência que pertenceu a uma bruxa e, enquanto organiza seu novo restaurante, vive experiências sobrenaturais que podem ser reais ou fruto da sua imaginação.

O filme oferece um olhar sobre o universo da culinária. Apresentando iguarias deterioradas e insetos, além de criar uma atmosfera assustadora com a aparição de uma mulher mais velha, que surge de forma sagaz e macabra. O destaque fica para a ótima atuação de Ariana DeBose, que interpreta uma figura com complexidade psicológica, lutando para atender tanto os clientes quanto seu difícil sócio, Andres, encarnado por Arian Moayed.
“A Casa Mórbida” serve uma aventura assombrada que se desenrola em uma cozinha super instável, repleta de eventos tensos. É um prato cheio para prender sua atenção e, sem dúvida, te deixará espantado com uma seleção bizarra de pratos preparados sob pressão máxima!
Texto por Pedro Barbosa.





