Crítica: Homem-Aranha Um Novo Dia
“Homem-Aranha Um Novo Dia” não entrega nada de muito novo, mas em meio ao histórico recente, é um grande alívio para o público.

Com grandes poderes, veem grandes sacrifícios. E esse ponto é o mais certeiro na evolução do personagem no MCU. Peter, agora, está em um mundo que não se lembra mais dele, mas que o Homem-Aranha ainda é um dos heróis mais amados. Aqui há apenas um ponto que me gera estranheza, mas só fazendo o papel do crítico chato. Ele “vive” com a persona de herói, sem emprego. Mas como ele paga aluguel? Mesmo que justifique com a herança do Stark, o mundo esqueceu de Peter Parker, então como justificar os gastos e a herança do Homem de Ferro? Afinal, sejamos sinceros, produzir um chip teste já deve queimar alguns milhares de dólares.
Contudo, MJ para mim é a personagem que mais brilha em relação as consequências. Peter vive dentro de uma sombra de alguém que não existe, amando alguém que nem o conhece. Sendo assim, a cena do filme é a mais bem escrita em anos de MCU. E, tomara que seja um gatilho para que ele siga em frente, certo?

Ainda sim “Um Novo Dia” não chega a ser um subtítulo disruptivo. No final da sessão, ainda é um filme de herói da Marvel que entrega exatamente os elementos que o estúdio traz em seus filmes e séries. Talvez, o filme seja mesmo a maior prova de que a escolha do personagem protagonista é mais fundamental do que qualquer história ou enredo. No final do dia, Homem-Aranha é um herói para o MCU maior que qualquer Vingador.
“Homem-Aranha Um Novo Dia” está repleto de participações e promessas para um futuro da Marvel que, nada mais é que as mesmas, mas no filme certo.




