Crítica: Mate ou Morra

Mate ou Morra” é uma ação com viagem no tempo da Imagem Filmes, que aposta no humor para se destacar dentro do gênero.

Mate ou Morra

Deve ser comentado a perda de sentido em traduzir, ou adaptar, alguns títulos. Dito isso, o nome original “Level Boss” remete aos games e faz a cena de abertura ter muito mais sentido. Mas com o título nacional, fica até confuso pegar esse contexto. Porém, com o tempo, os personagens caricatos e estilo de fases, essa conexão pode surgir.

Roy é o personagem principal da trama, ele acorda em seu apartamento repetidas vezes após morrer no dia anterior. Se no início era inusitado, agora é tedioso frente ao fato de que decorou quase todos os acontecimentos, em ordem. Quando decide aproveitar para encarar um pouco do passado, começa a avançar cada vez mais no dia e descobrir pistas de como parar o loop e salvar sua ex. Entretanto, um obstáculo a parte é que não basta sobreviver, pois se consegue chegar ao fim do dia, o Apocalipse extermina a vida do planeta.

Mate ou Morra

Dado as semelhanças, e proximidade de datas, é compreensível comparar com “Free Guy“. A pegada de game, um personagem que repete seu dia e que tudo muda quando começa a agir e aprender sobre si mesmo. Mas a comparação para aqui, pois apesar do humor, a ação é levada mais a sério aqui. Também há uma ligação com “A Morte te da Parabéns“, mas explicar seria um grande spoiler.

Mate ou Morra” entrega aquilo que propõe, uma ação divertida. Há duas versões de final, o que estimula assistir novamente. Além disso, a Imagem Filmes disponibilizou ingressos para o Futari e eles estarão disponíveis para retirada entre os membros do FutariGamefiK.

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