Crítica: Soul

Soul” é um dos filmes mais aguardados da Pixar, que agora saiu no Disney+. Mas será que a pergunta “o que as almas fariam se tivessem vida?”, foi bem colocada?

Soul

Joe é um homem de meia idade que mantém o sonho de ser um astro do jazz. Mas pelos infortúnios da vida, é um professor de música por meio horário. Até que um dia, um ex aluno liga oferecendo para ele uma vaga em uma banda famosa. Infelizmente, nesse dia ele morre em um acidente. Entretanto, agora ele busca um meio de voltar a vida para concluir seu sonho.

No “pré vida”, Joe conhece a Alma 22 que é completamente diferente. Ela tem uma aversão em se tornar humana, mas é ela que tenta ajudar Joe a voltar para seu corpo dando a ele seu “passe de vida”. Infelizmente, durante um dos planos, eles chegam a vir para Terra, porém Joe acaba no corpo de um gato e é 22 que assume o seu.

Soul

Comparado com “Divertidamente“, o filme é uma adaptação de muitos conceitos que conhecemos da “vida após a morte”, e antes dela tecnicamente. Com a mesma pegada simples e complexa, dá vida a muitos dos conceitos. Temos desde ideias religiosas a teorias de campos quânticos. Inclusive, até uma piada com o meme “passei tantas vezes na fila da/do … antes de nascer”. Entretanto, para os adultos talvez, ele não deixe um mensagem esperançosa e faz chorar de uma forma diferente. Afinal, como Joe, nos deparamos com uma vida diferente da que sonhamos quando crianças. Mas também ensina a ver o outro lado, muito bem representado no personagem do Barbeiro.

Soul” é um filme que te faz repensar algumas escolhas e até mesmo rever como quer o seu futuro.

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