Crítica: Y2K – O Bug do Milênio
“Y2K – O Bug do Milênio“, da Amazon, já é definitivamente uma das piores coisas desse ano, talvez até um dos piores filmes que vi na vida.

A virada do milênio, 1999 para 2000, foi marcado com o surto do “bug do milênio”. Essa notícia se espalhou e, de diferentes formas, cada um surtou a sua maneira. Mas aqui isso ganha outra proporção. Afinal, é real, e as máquinas se revoltam contra a humanidade. Bom, mais para uma cidade, por mais que o filme tente mostrar algo mundial. E é claro que nosso grupo de protagonistas adolescentes, idiotas e completamente sem graça, descobrem como impedir isso.
Todo filme besteirol é idiota, faz parte. Mas aqui temos uma bizarrice absurda que, até mesmo pro gênero, nada vale o tempo. E é engraçado por um lado, afinal o elenco nem é desconhecido. São atores que já fizeram grandes papéis, foram protagonistas e/ou trabalharam em produções reconhecidas pela qualidade. Será que naquele contrato, estava implícita a participação nesse filme, ou foi só desespero e dívidas?

Mas é sobre isso, em um tempo de produção em massa onde a quantidade fala mais que a qualidade, temos coisas assim disponíveis para assistir. E, no final das contas, vê quem quer. Ou, no meu caso, quem trabalha com isso e sofre um tanto mais do que gostaria. E tem quem diz que só ver filme é fácil.
“Y2K – O Bug do Milênio” é tão maluco quanto a teoria. Então se esconda, ore no seu quarto, aguarde o calendário do apocalipse maia… Seja qual for sua escolha, suas chances são melhores do que o tempo gasto de sua assinatura prestigiando isso.





