Crítica: Superman
“Superman” chega e nas mãos de James Gunn, que chega com essa pressão, começa a nova vida da DC nos cinemas, pela Warner.

Já estabelecido, o filme nos apresenta o herói no momento em que perde sua primeira luta. Tanto ele, quanto Clark, já tem sua base e origem, seus relacionamentos, mas mesmo assim ainda é ingênuo quanto suas ações. Em meio a serem multidimensionais, a política e as relações é onde ele mais vai crescer e nos mostrar um lado que nossa sociedade tem perdendo, a humanidade.
Como um filme com muitos personagens, alguns surgem bem pouco. Contudo, é um universo estabelecido, mas que se apresenta. Alguns coadjuvantes tem papéis maiores, vilões são plantados e personagens de outras produções precisam dos seus 5 minutos de fama. Mas não tem como não dizer que Krypto chama a atenção. Justa, sim, mas focada num marketing e real. Foi uma surpresa saber que era CGI como um topo!

Mas o maior destaque do filme é Lex Luthor. Ele é invejoso, inteligente e tem recursos para colocar esses receios para combate, literalmente. Conflitos políticos, guerras, indiretas e diretas, a verdade é que o Superman perde o tom do ser divino para se mostrar vulnerável e mais humano, que os humanos. E isso é ótimo. Mas uma coisa é bem verdade, também. É um “filme Marvel”. Afinal, Gunn ajudou a pavimentar aquele universo, e no dele trás ainda mais de si. Lado bom ou ruim? Só o tempo dirá.
“Superman” é vulnerável, precisa aprender a lidar com a cobertura midiática e pode não ser o herói que as pessoas estão pensando. Isso dentro do filme, mas também fora dele.





